domingo, 8 de março de 2026

IMPORTANTES ASPECTOS DA PRODUÇÃO DE MILHO NO BRASIL



IMPORTANTES ASPECTOS DA PRODUÇÃO DE MILHO NO BRASIL             

Antonio Gustavo da Silva Maximo¹

RESUMO

Este presente artigo cientifico visa de forma clara e objetiva destacar importantes aspectos da produção de milho no Brasil. Buscando não apenas evidenciar porque o Brasil é um dos maiores produtores mundiais de grãos, utilizando como exemplo a importante produção de milho no país, mas também revelar alguns dos principais fatores ao longo do espaço brasileiro que certamente contribuem para isso. Constituindo o milho em uma matéria-prima essencial a partir da qual tanto pode se originar diversos produtos quanto pode se utilizar de diferentes formas como, por exemplo, verificado em tendências mais recentes a partir do uso do milho na produção de biocombustível com o etanol. Destacando-se nacionalmente na produção total de milho a região brasileira do centro-oeste que expressivamente possui 3 dos 5 estados constatados como os maiores produtores. Seguindo na liderança o importante estado de Mato Grosso que, sem dúvida, protagoniza a dinamização do cultivo de milho e a elevação da produção.

Palavras-chave: Milho, Mato Grosso, Centro-Oeste, Brasil

_______________________________________________________________ ¹Pensador Brasileiro, graduado em Licenciatura e Bacharelado em Geografia pela UNIFESSPA (Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará). Pós-Graduado em Docência e Prática da Geografia pela Faculdade Focus e Especialista em Neuropsicopedagogia Institucional pela Faculdade Focus. E-mail: profantoniogustavo@gmail.com

 

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INTRODUÇÃO

Este artigo cientifico foca em evidenciar importantes aspectos referente a produção do milho no Brasil. Uma atividade agrícola crescente e promissora. Sendo valorizado o cultivo de milho tanto nacionalmente quanto mundialmente. Busca-se apresentar principais fatores relacionados ao fato do Brasil se constituir em um dos maiores produtores mundiais.

Pois, no cenário global, segundo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) o Brasil corresponde a colocação de 3° lugar na produção total de milho no mundo. Ficando apenas atrás do EUA (1° lugar) e da China (2° lugar). No entanto, em termos de exportação, o Brasil assumiu a liderança. Ocupando, em 2023, o 1° lugar. Quando conseguiu, pela primeira vez, ultrapassar o EUA na exportação de milho (USDA, 2025).

No geral, a produção total de grãos no Brasil alcançou um patamar histórico em 2025 segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) a safra chegou a 346,1 milhões de toneladas. Mais do que o dobro do volume registrado em 2012 quando eram 162 milhões de toneladas.

Especificamente o milho no cenário agrícola não apenas mundial, mas também principalmente no cenário nacional corresponde a um dos grãos mais cultivado. Sendo no Brasil, atrás apenas da soja, o 2° grão mais produzido e exportado. Basicamente evidenciando ao longo do tempo uma tendência com mais ascendente, isto é, aumento de áreas cultivadas e de produtividade. Acompanhado pela utilização crescente de tecnologias, melhoramento genético do grão e técnicas corretas de uso e manejo do solo.

Além disso, ao longo o desenvolvimento deste artigo cientifico se revela as principais utilidades e formas de consumo do milho. Destacando a relevância da região, do estado e de alguns municípios nacionais que certamente são identificados como os maiores produtores de milho do Brasil.

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IMPORTANTES ASPECTOS DA PRODUÇÃO DE MILHO NO BRASIL

Quando se fala sobre importantes aspectos da produção de milho no Brasil. É necessário saber que a introdução da cultura do milho no país ocorreu antes mesmo da chegada dos colonizadores. Porque o milho já era cultivado e consumido pelos índios como uma fonte de subsistência.

Mas, com a chegada dos colonizadores o milho passa gradativamente a ganhar mais espaço em diversas partes do Brasil. Sendo incorporado nas atividades agrícolas ao lado de outras alimentações existentes como uma base de alimentação humana.

Sobretudo, durante o século XX, a partir mais precisamente da década de 70 em diante que a produção dessa importante atividade agrícola do milho se intensifica e se amplia cada vez mais no Brasil. Em razão de que esse período conhecido como modernização agrícola implicou, dentre outras coisas, no aumento de produtividade.

Tendo em vista que houve evolução da atividade agrícola com a mecanização do campo, o cultivo que antes dependia do trabalho manual e da tração animal passou a aumentar com a introdução de tratores, plantadeiras e colheitadeiras. Ocasionando a otimização do plantio e da colheita.

Além disso, a adoção de defensivos químicos, combatendo insetos, fungos e plantas daninhas através do uso de herbicidas, inseticidas e fungicidas nos cultivos. Inclusive, melhoramento genético do milho com a utilização de sementes selecionadas como, por exemplo, sementes híbridas que são de alto rendimento. Tornando a semente de melhor qualidade. Resistente ao ataque de pragas e a adversidade do tempo.

 

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A combinação desses importantes fatores em conjunto melhoraram o cultivo de milho, possibilitando condições do Brasil se transformar em um país mais produtivo. Pois, passou de cerca de 20 milhões de toneladas na década de 70 para a quantidade recorde, segundo a CONAB (Companhia Nacional de Abastecimento), de 131,89 milhões de toneladas na safra entre 2022 e 2023 de milho.

Não é a ato que isso na questão do milho tem contribuído para continuar sendo verificado, muitas das vezes, acontecendo uma interessante tendência ascendente, isto é, relacionada a aumento de áreas cultivadas e de produtividade.

No entanto, é necessário também lembrar de dizer que no país o milho, de certo forma, naturalmente apresenta desempenho classificado como sazonal ou

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cíclico. Economicamente alternando períodos de redução e crescimento dos preços. Oscilações essas que tem muito a ver com um conjunto de fatores, tais como: clima, previsões, colheitas de safras, estoques e até movimentações especulativas nas Bolsas de Mercados onde se estabelece negociações (ROSA; MARCHIORO, 2016)

No momento praticamente 70% do milho produzido no mundo é destinado para o consumo animal. Constituindo em principal fonte de proteína. No Brasil nesse ponto também é parecido, porque a maioria da produção de milho, ou seja, bem mais da metade é destinado a alimentação animal. Mesmo que possuindo diferentes utilidades e diversas formas.

Inclusive, em algumas regiões representa o ingrediente básico da culinária para a alimentação humana. No Brasil algumas das principais formas de consumo humano do milho consiste no milho cozido, assado, bolo, pipoca, pamonha e cuscuz.

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O milho ao lado do arroz e da soja corresponde a um dos principais produtos e comodities agrícolas produzidos no Brasil. Pois, de acordo com LSPA (Levantamento Sistemático da Produção Agrícola) esses três grãos representam aproximadamente mais de 90% da produção nacional de grãos (IBGE, 2025).

No que se refere a importante produção de milho. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), em 2025, a produção brasileira de milho bateu recorde na série histórica do IBGE, conseguindo alcançar quase 140 milhões de toneladas com 138, 4 milhões de toneladas. Um crescimento de 20, 7 % superior em relação a 2024.

O milho pode ser utilizado de diferentes formas. Sendo no momento mais utilizado como ração animal. Com bem mais da metade é destinado a alimentar aves, suínos e bovinos. No entanto, tem se tornado crescente o uso do milho como matéria-prima essencial na produção de biocombustível de etanol.

Algo que tem se evidenciado o milho ao lado da cana-de-açúcar como uma das importantes alternativas encontradas na realização da transição energética, na medida em que o milho, de certa forma, contribui na redução das emissões de gases de efeito estufa e na diminuição da dependência de combustíveis fósseis.

Segundo dados do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) o etanol de milho emite em média bem mais de 30% menos dióxido de carbono (CO²) do que a gasolina. Promovendo benefícios na transição energética assim como em criar empregos, aumentar produção de grãos, fortalecer o agronegócio e gerar desenvolvimento econômico regional.

Além disso, interessante perceber que o desenvolvimento da atividade agrícola do milho no país, muitas das vezes, não precisa desmatar para aumentar sua área de produção, pois pode aproveitar as áreas já abertas. Logo, podendo nesse sentido ser considerado uma fonte de energia menos poluente, menos degradante e mais limpa. 

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No cenário nacional o milho é cultivado em todas as regiões brasileiras, mas as unidades da federação que se constituem nos maiores produtores de milho são compostos pelos seguintes estados: Mato Grosso (1º lugar); Paraná (2º lugar); Goiás (3º lugar); Mato Grosso do Sul (4º lugar); Minas Gerais (5º lugar). Com destaque para a região brasileira do Centro-Oeste que possui 3 dos 5 maiores maiores produtores de milho do país.

Seguindo na liderança o estado brasileiro de Mato Grosso com a produção de 55, 1 milhões de toneladas de milho (SEDEC; IMEA, 2025). Um desempenho assim significativamente alto. Porque Mato Grosso sozinho detém quase metade da produção total de milho no país.

A atividade agrícola de produção de milho de segunda safra pode ser encontrada de forma concentrada mais na sub-região do médio-norte do Estado de Mato Grosso, alcançando notáveis produtividades em importantes municípios, tais como: Sinop, Sorriso, Lucas do Rio Verde, Nova Mutum (IMEA, 2025).

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Outros municípios situados em outras áreas do estado de Mato Grosso que também se destacam na produção do milho são: Campo Novo de Parecis, Nova Ubiratã, Ipiranga do Norte, Diamantina, dentre outros.

Por isso, Mato Grosso passou a ser cada vez mais conhecido não apenas como a “terra do gado” e a “terra da soja”, mas também como a “terra do milho”. Em virtude de ser o estado brasileiro a apresentar a maior produção nacional de carne bovina, grãos de soja e de milho.

O município de Sorriso-MT, por exemplo, é identificado como o município que é o maior produtor nacional não apenas de soja, mas também de milho. Revelando na paisagem observada ao longo de seu espaço imensas áreas destinadas a produção de soja e milho. Possibilitando o município conseguir possuir até o maior PIB agrícola do país a partir do desenvolvimento de suas atividades agrícolas (IBGE, 2025). Por esses e outros motivos, Sorriso também é merecidamente conhecido como a “Capital Nacional do Agronegócio”.

Enquanto isso o município de Sinop-MT se consolida como referência nacional na produção de biocombustível de etanol a partir do milho. Fortalecendo o papel estratégico que desempenha na realização da transição energética.

Porque o estado de Mato Grosso apresenta localizado nesse município a maior usina de Etanol de milho do mundo. Através da existência da importante unidade da empresa INPASA, tendo sido inaugurada em 2019 e autorizada o funcionamento pela ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis).  Unidade essa agroindustrial instalada em Sinop que possui enorme capacidade produtiva estimada em cerca de 2,1 bilhões de litros de etanol por ano (PREFEITURA MUNICIPAL DE SINOP, 2025).

A unidade da INPASA as margens da BR-163 no município de Sinop-MT já processou mais de 4, 5 milhões de toneladas de milho. O equivalente a praticamente 10% da produção total de milho no estado de Mato Grosso (FORBES, 2024). O que certamente ainda pode passar a aumentar em razão de

 

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ser um setor promissor, possibilitando ocorrer a elevação de investimentos e ampliação de produção. Resultando em assumir posição de destaque a atuação da empresa INPASA assim como deixar o Brasil muito bem colocado na bioeconomia global.

Além da produção de etanol a unidade gera mais de 1 milhão de toneladas de farelo DDGs que corresponde a um subproduto importante para a alimentação animal por ser nutritivo. Possuindo a unidade biorrefinaria e bioeletricidade. Produzindo toneladas de milho e energia capaz de abastecer de forma suficiente a própria unidade assim como com o excedente capaz de fornecer para parte da rede elétrica da região. Portanto, há assim um aproveitamento integral dessa matéria-prima do milho. Pois, a partir do milho é produzido Etanol; DDGS; Óleo de Milho; Energia Elétrica.

O mercado do etanol mostrou que a capacidade do milho é muito maior do que foi esperado. De modo geral, Mato Grosso lidera na moagem de milho para etanol com 12, 5 milhões de toneladas (IMEA, 2025). Dados da UNEM (União Nacional do Etanol de Milho) reforçam isso, indicando que 10 das 24 biorrefinaria de etanol de milho no Brasil estão em Mato Grosso.


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Essa alavancada na produtividade está relacionada a combinação de um conjunto de fatores. Principalmente em razão da mecanização do campo; maiores investimentos nesse setor; uso intensivo de tecnologias; avanço nas pesquisas, fornecendo sementes de alta qualidade, dentre outras coisas.

Especificamente no estado de Mato Grosso pode se dizer que esse crescimento foi impulsionado além dos fatores principais já citados pelo aproveitamento de terras produtoras de soja (2ª safra) e pela expansão de terras agricultáveis.

Atualmente impulsionado pela cadeia de produção animal e pela agroindústria do etanol. De acordo com o EPE (Empresa de Pesquisa Energética) o milho já é a base de mais de 20% do etanol brasileiro. Apesar de logicamente continuar sendo utilizado de diferentes formas, isso tem se evidenciado como uma tendência ascendente, ou seja, uso do milho passou a ser crescentemente visado na produção de biocombustível.

Resultando no Brasil em mudança de cenário da geografia do etanol. Sendo produzido além da cana-de-açúcar agora com o milho. Por exemplo, enquanto o estado de São Paulo se mantém como maior produtor de etanol de cana. O estado de Mato Grosso, por sua vez, é o maior produtor de etanol de milho.

Houve no geral um aumento, ao mesmo tempo, de produção e de demanda do milho. Tendo em vista que a exportação do milho aumentou; o consumo doméstico aumentou; e, sobretudo, mais recentemente aumentou a produção de etanol de milho. Ocasionando isso na expansão de sua presença em novas regiões e ampliação da sua capacidade produtiva.

 

 

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CONSIDERAÇÕES FINAIS:

 

A partir do que se constatou em relação aos principais aspectos da produção nacional de milho se confirmou ao longo do tempo um aumento do cultivo e da produção do milho. Inclusive, registrando recorde de exportação, em 2023, quando pela primeira vez o Brasil ultrapassou os EUA e ficou em 1° lugar no mundo em exportação (USDA, 2023).

E mais recentemente em termos de produção, em 2025, apesar do Brasil no mundo constituir em 3º lugar, apenas atrás dos EUA (1º lugar) e da China (2° lugar). Mas, conseguiu a nível nacional bater recorde na produção total de milho quando comparado ao desempenho de anos anteriores (LSPA; IBGE, 2025).

Além disso, se confirmou que o cultivo de milho continua tanto como uma das atividades agrícolas certamente mais importantes quanto como uma das matérias-primas essenciais na agroindústria. Sendo valorizada e impulsionado o crescimento de produção.

Promovendo a cultura do milho que passa como um produto a ser usado e consumido de diversas formas possíveis. Sobretudo, nos últimos tempos, sendo potencializado a utilização do milho como uma base fundamental na produção de biocombustível de etanol. No qual contribui aparecendo como uma das alternativas na questão da realização da transição energética.

Nesse contexto se constatou que, dentre outras coisas, realmente foi muito importante a participação e contribuição no fortalecimento do cultivo e produção de milho a região brasileira do Centro-Oeste que se destacou por apresentar 3 dos 5 estados identificados (Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás) como alguns dos maiores produtores nacionais de milho. Seguindo na liderança, em 1° lugar, o importante estado de Mato Grosso.

Por essas e outras razões, a atividade agrícola do grão de milho continuou se revelando em um mercado assim crescente e bastante promissor. Significativamente contribuindo com sua parte para o Brasil protagonizar no agronegócio posição de destaque no cenário econômico nacional e internacional (ANTONIO GUSTAVO, 2021). Porque apesar de eventuais oscilações, tende mais assim é a elevar a produção e a exportação batendo recordes.

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REFERÊNCIAS:


ANTONIO GUSTAVO. O Agronegócio Brasileiro E A Sua Importância. BLOG: Fragmentos Dos Meus Uni-Versos. Brasil, 26 Nov. 2021. Disponível em: https://antoniogustavobr.blogspot.com/2021/11/agronegocio-brasileiro-e-sua-importancia.html Acesso em: 06/03/2026


AGENCIABRASIL. Arroz, Milho E Soja São 92% De Toda A Produção De Grãos No Brasil. Brasil, 12 maio. 2022. Disponível em:  https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/economia/audio/2022-05/arroz-milho-e-soja-sao-92-de-toda-producao-de-graos-no-brasil Acesso em: 04/03/2026

 

BRASIL. Brasil Atinge Novo Recorde Na Safra De Grãos, Com 346,1 Milhões De Toneladas Em 2025. SECOM-PR, 15 jan. 2026.  Disponível em:  

https://www.gov.br/secom/pt-br/acompanhe-a-secom/noticias/2026/01/brasil-atinge-novo-recorde-na-safra-de-graos-com-346-1-milhoes-de-toneladas-em-2025 Acesso em: 07/03/2026

FORBES. INPASA Começa A Operar Em Mato Grosso A Maior Usina De Etanol Do Mundo. Forbes AGRO, 8 de Out. 2024. Disponível em: https://forbes.com.br/forbes-agro/2024/10/inpasa-comeca-a-operar-em-mato-grosso-a-maior-usina-de-etanol-do-mundo/ Acesso em: 03/03/2026

GAZETADOPOVO. Safras Recordes Reduzem Dependência E Tornam Brasil O Maior Exportador De Milho Do Mundo. Brasil, 1 Nov. 2023. Disponível em:  https://www.gazetadopovo.com.br/brasil/safras-recordes-reduzem-dependencia-tornam-brasil-maior-exportador-de-milho/ Acesso em: 04/03/2026 

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IBGE. Indicadores IBGE: Levantamento Sistemático da Produção Agrícola Estatística da Produção Agrícola. Brasil, 14 out. 2025. Disponível em:  https://ftp.ibge.gov.br/Producao_Agricola/Levantamento_Sistematico_da_Producao_Agricola_[mensal]/Fasciculo_Indicadores_IBGE/2025/estProdAgri_202509.pdf Acesso em: 02/03/2026

PREFEREITURA MUNICIPAL DE SINOP. Sinop Se Consolida Como Referência Nacional Na Produção De Etanol De Milho E Fortalece Papel Estratégico Na Transição Energética. SINOP-MT: SECOM, 22 Dez. 2025. Disponível em: https://www.sinop.mt.gov.br/portal/noticias/0/3/12895/sinop-se-consolida-como-referencia-nacional-na-producao-de-etanol-de-milho-e-fortalece-papel-estrategico-na-transicao-energetica/ Acesso em: 07/03/2026 

ROSA; MARCHIORO. Estrutura E Dinâmica Da Produção Do Milho Em Mato Grosso. Revista de Economia, Anápolis-GO, vol. 12, nº 02, p.356-377 Jul/Dez. 2016.  Disponível em: https://revista.ueg.br/index.php/economia/article/view/5635 Acesso em: 06/03/2026

SEDEC. Mato Grosso Finaliza Colheita Da 2ª Safra De Milho Com Recorde De Produção. 17 de Set. 2025. Disponível em: https://www.sedec.mt.gov.br/-/mato-grosso-finaliza-colheita-da-2%C2%AA-safra-de-milho-com-recorde-de-produ%C3%A7%C3%A3o Acesso em: 03/03/2026

 

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