IMPORTANTES
ASPECTOS DA PRODUÇÃO DE MILHO NO BRASIL
Antonio Gustavo da Silva Maximo¹
RESUMO
Este
presente artigo cientifico visa de forma clara e objetiva destacar importantes
aspectos da produção de milho no Brasil. Buscando não apenas evidenciar porque
o Brasil é um dos maiores produtores mundiais de grãos, utilizando como exemplo
a importante produção de milho no país, mas também revelar alguns dos
principais fatores ao longo do espaço brasileiro que certamente contribuem para
isso. Constituindo o milho em uma matéria-prima essencial a partir da qual tanto
pode se originar diversos produtos quanto pode se utilizar de diferentes formas
como, por exemplo, verificado em tendências mais recentes a partir do uso do
milho na produção de biocombustível com o etanol. Destacando-se nacionalmente na
produção total de milho a região brasileira do centro-oeste que expressivamente
possui 3 dos 5 estados constatados como os maiores produtores. Seguindo na
liderança o importante estado de Mato Grosso que, sem dúvida, protagoniza a
dinamização do cultivo de milho e a elevação da produção.
Palavras-chave: Milho,
Mato Grosso, Centro-Oeste, Brasil
_______________________________________________________________ ¹Pensador Brasileiro, graduado em Licenciatura e Bacharelado em Geografia pela UNIFESSPA (Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará). Pós-Graduado em Docência e Prática da Geografia pela Faculdade Focus e Especialista em Neuropsicopedagogia Institucional pela Faculdade Focus. E-mail: profantoniogustavo@gmail.com
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INTRODUÇÃO
Este
artigo cientifico foca em evidenciar importantes aspectos referente a produção
do milho no Brasil. Uma atividade agrícola crescente e promissora. Sendo
valorizado o cultivo de milho tanto nacionalmente quanto mundialmente. Busca-se
apresentar principais fatores relacionados ao fato do Brasil se constituir em
um dos maiores produtores mundiais.
Pois,
no cenário global, segundo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados
Unidos) o Brasil corresponde a colocação de 3° lugar na produção total de milho
no mundo. Ficando apenas atrás do EUA (1° lugar) e da China (2° lugar). No
entanto, em termos de exportação, o Brasil assumiu a liderança. Ocupando, em
2023, o 1° lugar. Quando conseguiu, pela primeira vez, ultrapassar o EUA na
exportação de milho (USDA, 2025).
No
geral, a produção total de grãos no Brasil alcançou um patamar histórico em
2025 segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) a safra
chegou a 346,1 milhões de toneladas. Mais do que o dobro do volume registrado
em 2012 quando eram 162 milhões de toneladas.
Especificamente
o milho no cenário agrícola não apenas mundial, mas também principalmente no
cenário nacional corresponde a um dos grãos mais cultivado. Sendo no Brasil,
atrás apenas da soja, o 2° grão mais produzido e exportado. Basicamente evidenciando
ao longo do tempo uma tendência com mais ascendente, isto é, aumento de áreas
cultivadas e de produtividade. Acompanhado pela utilização crescente de
tecnologias, melhoramento genético do grão e técnicas corretas de uso e manejo
do solo.
Além disso, ao longo o desenvolvimento deste artigo cientifico se revela as principais utilidades e formas de consumo do milho. Destacando a relevância da região, do estado e de alguns municípios nacionais que certamente são identificados como os maiores produtores de milho do Brasil.
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IMPORTANTES ASPECTOS DA PRODUÇÃO DE MILHO NO
BRASIL
Quando
se fala sobre importantes aspectos da produção de milho no Brasil. É necessário
saber que a introdução da cultura do milho no país ocorreu antes mesmo da
chegada dos colonizadores. Porque o milho já era cultivado e consumido pelos
índios como uma fonte de subsistência.
Mas,
com a chegada dos colonizadores o milho passa gradativamente a ganhar mais
espaço em diversas partes do Brasil. Sendo incorporado nas atividades agrícolas
ao lado de outras alimentações existentes como uma base de alimentação humana.
Sobretudo,
durante o século XX, a partir mais precisamente da década de 70 em diante que a
produção dessa importante atividade agrícola do milho se intensifica e se
amplia cada vez mais no Brasil. Em razão de que esse período conhecido como
modernização agrícola implicou, dentre outras coisas, no aumento de produtividade.
Tendo
em vista que houve evolução da atividade agrícola com a mecanização do campo, o
cultivo que antes dependia do trabalho manual e da tração animal passou a
aumentar com a introdução de tratores, plantadeiras e colheitadeiras. Ocasionando
a otimização do plantio e da colheita.
Além disso, a adoção de defensivos químicos, combatendo insetos, fungos e plantas daninhas através do uso de herbicidas, inseticidas e fungicidas nos cultivos. Inclusive, melhoramento genético do milho com a utilização de sementes selecionadas como, por exemplo, sementes híbridas que são de alto rendimento. Tornando a semente de melhor qualidade. Resistente ao ataque de pragas e a adversidade do tempo.
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A
combinação desses importantes fatores em conjunto melhoraram o cultivo de
milho, possibilitando condições do Brasil se transformar em um país mais
produtivo. Pois, passou de cerca de 20 milhões de toneladas na década de 70
para a quantidade recorde, segundo a CONAB (Companhia Nacional de
Abastecimento), de 131,89 milhões de toneladas na safra entre 2022 e 2023 de
milho.
Não
é a ato que isso na questão do milho tem contribuído para continuar sendo
verificado, muitas das vezes, acontecendo uma interessante tendência
ascendente, isto é, relacionada a aumento de áreas cultivadas e de
produtividade.
No
entanto, é necessário também lembrar de dizer que no país o milho, de certo forma,
naturalmente apresenta desempenho classificado como sazonal ou
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cíclico.
Economicamente alternando períodos de redução e crescimento dos preços.
Oscilações essas que tem muito a ver com um conjunto de fatores, tais como:
clima, previsões, colheitas de safras, estoques e até movimentações
especulativas nas Bolsas de Mercados onde se estabelece negociações (ROSA;
MARCHIORO, 2016)
No
momento praticamente 70% do milho produzido no mundo é destinado para o consumo
animal. Constituindo em principal fonte de proteína. No Brasil nesse ponto
também é parecido, porque a maioria da produção de milho, ou seja, bem mais da
metade é destinado a alimentação animal. Mesmo que possuindo diferentes
utilidades e diversas formas.
Inclusive, em algumas regiões representa o ingrediente básico da culinária para a alimentação humana. No Brasil algumas das principais formas de consumo humano do milho consiste no milho cozido, assado, bolo, pipoca, pamonha e cuscuz.
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O
milho ao lado do arroz e da soja corresponde a um dos principais produtos e
comodities agrícolas produzidos no Brasil. Pois, de acordo com LSPA (Levantamento Sistemático da Produção Agrícola) esses
três grãos representam aproximadamente mais de 90% da produção nacional de
grãos (IBGE, 2025).
No
que se refere a importante produção de milho. Segundo o IBGE (Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística), em 2025, a produção brasileira de milho
bateu recorde na série histórica do IBGE, conseguindo alcançar quase 140
milhões de toneladas com 138, 4 milhões de toneladas. Um crescimento de 20, 7 %
superior em relação a 2024.
O
milho pode ser utilizado de diferentes formas. Sendo no momento mais utilizado
como ração animal. Com bem mais da metade é destinado a alimentar aves, suínos
e bovinos. No entanto, tem se tornado crescente o uso do milho como
matéria-prima essencial na produção de biocombustível de etanol.
Algo
que tem se evidenciado o milho ao lado da cana-de-açúcar como uma das
importantes alternativas encontradas na realização da transição energética, na
medida em que o milho, de certa forma, contribui na redução das emissões de
gases de efeito estufa e na diminuição da dependência de combustíveis fósseis.
Segundo
dados do USDA (Departamento de Agricultura dos
Estados Unidos) o etanol de milho emite em média bem mais de
30% menos dióxido de carbono (CO²) do que a gasolina. Promovendo benefícios na
transição energética assim como em criar empregos, aumentar produção de grãos,
fortalecer o agronegócio e gerar desenvolvimento econômico regional.
Além disso, interessante perceber que o desenvolvimento da atividade agrícola do milho no país, muitas das vezes, não precisa desmatar para aumentar sua área de produção, pois pode aproveitar as áreas já abertas. Logo, podendo nesse sentido ser considerado uma fonte de energia menos poluente, menos degradante e mais limpa.
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No
cenário nacional o milho é cultivado em todas as regiões brasileiras, mas as unidades
da federação que se constituem nos maiores produtores de milho são compostos
pelos seguintes estados: Mato Grosso (1º lugar); Paraná (2º lugar); Goiás (3º
lugar); Mato Grosso do Sul (4º lugar); Minas Gerais (5º lugar). Com destaque
para a região brasileira do Centro-Oeste que possui 3 dos 5 maiores maiores
produtores de milho do país.
Seguindo
na liderança o estado brasileiro de Mato Grosso com a produção de 55, 1 milhões
de toneladas de milho (SEDEC; IMEA, 2025). Um desempenho assim significativamente
alto. Porque Mato Grosso sozinho detém quase metade da produção total de milho
no país.
A
atividade agrícola de produção de milho de segunda safra pode ser encontrada de
forma concentrada mais na sub-região do médio-norte do Estado de Mato Grosso, alcançando
notáveis produtividades em importantes municípios, tais como: Sinop, Sorriso,
Lucas do Rio Verde, Nova Mutum (IMEA, 2025).
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Outros
municípios situados em outras áreas do estado de Mato Grosso que também se
destacam na produção do milho são: Campo Novo de Parecis, Nova Ubiratã,
Ipiranga do Norte, Diamantina, dentre outros.
Por
isso, Mato Grosso passou a ser cada vez mais conhecido não apenas como a “terra
do gado” e a “terra da soja”, mas também como a “terra do milho”. Em virtude de
ser o estado brasileiro a apresentar a maior produção nacional de carne bovina,
grãos de soja e de milho.
O
município de Sorriso-MT, por exemplo, é identificado como o município que é o
maior produtor nacional não apenas de soja, mas também de milho. Revelando na
paisagem observada ao longo de seu espaço imensas áreas destinadas a produção
de soja e milho. Possibilitando o município conseguir possuir até o maior PIB
agrícola do país a partir do desenvolvimento de suas atividades agrícolas
(IBGE, 2025). Por esses e outros motivos, Sorriso também é merecidamente
conhecido como a “Capital Nacional do Agronegócio”.
Enquanto
isso o município de Sinop-MT se consolida como referência nacional na produção
de biocombustível de etanol a partir do milho. Fortalecendo o papel estratégico
que desempenha na realização da transição energética.
Porque
o estado de Mato Grosso apresenta localizado nesse município a maior usina de
Etanol de milho do mundo. Através da existência da importante unidade da
empresa INPASA, tendo sido inaugurada em 2019 e autorizada o funcionamento pela
ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis). Unidade essa agroindustrial instalada em
Sinop que possui enorme capacidade produtiva estimada em cerca de 2,1 bilhões
de litros de etanol por ano (PREFEITURA MUNICIPAL DE SINOP, 2025).
A
unidade da INPASA as margens da BR-163 no município de Sinop-MT já processou
mais de 4, 5 milhões de toneladas de milho. O equivalente a praticamente 10% da
produção total de milho no estado de Mato Grosso (FORBES, 2024). O que
certamente ainda pode passar a aumentar em razão de
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ser
um setor promissor, possibilitando ocorrer a elevação de investimentos e ampliação
de produção. Resultando em assumir posição de destaque a atuação da empresa
INPASA assim como deixar o Brasil muito bem colocado na bioeconomia global.
Além
da produção de etanol a unidade gera mais de 1 milhão de toneladas de farelo
DDGs que corresponde a um subproduto importante para a alimentação animal por
ser nutritivo. Possuindo a unidade biorrefinaria e bioeletricidade. Produzindo
toneladas de milho e energia capaz de abastecer de forma suficiente a própria
unidade assim como com o excedente capaz de fornecer para parte da rede
elétrica da região. Portanto, há assim um aproveitamento integral dessa matéria-prima
do milho. Pois, a partir do milho é produzido Etanol; DDGS; Óleo de Milho;
Energia Elétrica.
O mercado do etanol mostrou que a capacidade do milho é muito maior do que foi esperado. De modo geral, Mato Grosso lidera na moagem de milho para etanol com 12, 5 milhões de toneladas (IMEA, 2025). Dados da UNEM (União Nacional do Etanol de Milho) reforçam isso, indicando que 10 das 24 biorrefinaria de etanol de milho no Brasil estão em Mato Grosso.
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Essa
alavancada na produtividade está relacionada a combinação de um conjunto de
fatores. Principalmente em razão da mecanização do campo; maiores investimentos
nesse setor; uso intensivo de tecnologias; avanço nas pesquisas, fornecendo
sementes de alta qualidade, dentre outras coisas.
Especificamente
no estado de Mato Grosso pode se dizer que esse crescimento foi impulsionado
além dos fatores principais já citados pelo aproveitamento de terras produtoras
de soja (2ª safra) e pela expansão de terras agricultáveis.
Atualmente
impulsionado pela cadeia de produção animal e pela agroindústria do etanol. De
acordo com o EPE (Empresa de Pesquisa Energética) o milho já é a base de mais
de 20% do etanol brasileiro. Apesar de logicamente continuar sendo utilizado de
diferentes formas, isso tem se evidenciado como uma tendência ascendente, ou
seja, uso do milho passou a ser crescentemente visado na produção de
biocombustível.
Resultando
no Brasil em mudança de cenário da geografia do etanol. Sendo produzido além da
cana-de-açúcar agora com o milho. Por exemplo, enquanto o estado de São Paulo
se mantém como maior produtor de etanol de cana. O estado de Mato Grosso, por
sua vez, é o maior produtor de etanol de milho.
Houve no geral um aumento, ao mesmo tempo, de produção e de demanda do milho. Tendo em vista que a exportação do milho aumentou; o consumo doméstico aumentou; e, sobretudo, mais recentemente aumentou a produção de etanol de milho. Ocasionando isso na expansão de sua presença em novas regiões e ampliação da sua capacidade produtiva.
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CONSIDERAÇÕES FINAIS:
A
partir do que se constatou em relação aos principais aspectos da produção
nacional de milho se confirmou ao longo do tempo um aumento do cultivo e da
produção do milho. Inclusive, registrando recorde de exportação, em 2023,
quando pela primeira vez o Brasil ultrapassou os EUA e ficou em 1° lugar no
mundo em exportação (USDA, 2023).
E
mais recentemente em termos de produção, em 2025, apesar do Brasil no mundo
constituir em 3º lugar, apenas atrás dos EUA (1º lugar) e da China (2° lugar).
Mas, conseguiu a nível nacional bater recorde na produção total de milho quando
comparado ao desempenho de anos anteriores (LSPA; IBGE, 2025).
Além
disso, se confirmou que o cultivo de milho continua tanto como uma das atividades
agrícolas certamente mais importantes quanto como uma das matérias-primas essenciais
na agroindústria. Sendo valorizada e impulsionado o crescimento de produção.
Promovendo
a cultura do milho que passa como um produto a ser usado e consumido de
diversas formas possíveis. Sobretudo, nos últimos tempos, sendo potencializado
a utilização do milho como uma base fundamental na produção de biocombustível
de etanol. No qual contribui aparecendo como uma das alternativas na questão da
realização da transição energética.
Nesse
contexto se constatou que, dentre outras coisas, realmente foi muito importante
a participação e contribuição no fortalecimento do cultivo e produção de milho
a região brasileira do Centro-Oeste que se destacou por apresentar 3 dos 5
estados identificados (Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás) como alguns dos
maiores produtores nacionais de milho. Seguindo na liderança, em 1° lugar, o
importante estado de Mato Grosso.
Por
essas e outras razões, a atividade agrícola do grão de milho continuou se
revelando em um mercado assim crescente e bastante promissor. Significativamente
contribuindo com sua parte para o
Brasil protagonizar no agronegócio posição de destaque no cenário econômico
nacional e internacional (ANTONIO GUSTAVO, 2021). Porque apesar de eventuais
oscilações, tende mais assim é a elevar a produção e a exportação batendo
recordes.
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REFERÊNCIAS:
ANTONIO GUSTAVO. O Agronegócio Brasileiro E A Sua Importância. BLOG: Fragmentos Dos Meus Uni-Versos. Brasil, 26 Nov. 2021. Disponível em: https://antoniogustavobr.blogspot.com/2021/11/agronegocio-brasileiro-e-sua-importancia.html Acesso em: 06/03/2026
AGENCIABRASIL. Arroz, Milho E Soja São 92% De Toda A Produção De Grãos
No Brasil. Brasil, 12
maio. 2022. Disponível
em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/economia/audio/2022-05/arroz-milho-e-soja-sao-92-de-toda-producao-de-graos-no-brasil Acesso em: 04/03/2026
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jan. 2026. Disponível em:
https://www.gov.br/secom/pt-br/acompanhe-a-secom/noticias/2026/01/brasil-atinge-novo-recorde-na-safra-de-graos-com-346-1-milhoes-de-toneladas-em-2025 Acesso em: 07/03/2026
FORBES. INPASA Começa A Operar Em Mato Grosso A Maior Usina De Etanol Do Mundo. Forbes AGRO, 8 de Out. 2024. Disponível em: https://forbes.com.br/forbes-agro/2024/10/inpasa-comeca-a-operar-em-mato-grosso-a-maior-usina-de-etanol-do-mundo/ Acesso em: 03/03/2026
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Acesso
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