A pecuária bovina que corresponde a um dos
setores econômicos mais dinâmicos e importantes existentes no agronegócio
brasileiro. Conseguiu no 1º trimestre de 2026 não apenas expandir a sua
atividade ao longo do espaço brasileiro, mas também registrar significativo
crescimento no abate de bovinos, inclusive batendo recordes históricos.
Conforme revela Pesquisa Trimestral do
Abate de Animais realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística), em 2026, o Brasil registrou avanço em 21 das 27 unidades da
federação, ou seja, desempenho positivo em grande parte das regiões do país.
Conseguindo, em 2026, ultrapassar a
quantidade de 10 milhões de cabeças de gado. Expressivamente alcançando 10, 29
milhões de cabeças bovinas abatidas entre os meses de janeiro e março. Segundo
dados do IBGE, foi um aumento em termos de quantidade de aproximadamente + 326,
28 mil cabeças abatidas no 1º trimestre deste ano.
E em termos de porcentagem representou um
crescimento de 3,3 % em relação ao mesmo período do ano anterior de 2025.
Correspondendo, até o momento, ao maior resultado no Brasil já obtido em um 1º
trimestre da série histórica da pesquisa do IBGE desde 1997.
Não é à toa que em virtude de apresentar um conjunto de
características positivas com utilização de novas tecnologias, aplicação de
conhecimentos científicos, adoção de sistema de pecuária intensa mais eficiente
de engorda através de confinamento e semiconfinamento. Somado a fatores
evidenciados na realidade, tais como: forte demanda interna, crescimento da
demanda externa e maior investimento no setor. Favoreceu condições da pecuária
brasileira continuar em diferentes aspectos ampliando a capacidade produtiva e
impulsionando o crescimento do volume total (ANTONIO GUSAVO, 2026)
Nesse
contexto, assume papel de destaque o estado de Mato Grosso (MT) que ocupa
posição estratégica como o principal polo da bovinocultura brasileira, mantendo
a liderança, em 1º lugar, sendo responsável por 17, 5% de todo abate bovino
nacional. Em seguida aparecendo o estado de São Paulo (SP) na vice-liderança,
em 2º lugar, com 11, 6% e, em 3º lugar, o estado de Goiás (GO) com 9, 2% (IBGE,
2026).
No entanto, é válido dizer que o
desempenho no abate bovino no país não foi uniforme, variando conforme a
dinâmica regional. Especificamente no estado de Goiás, por exemplo, houve desempenho
negativo durante esse período. Registrando queda tanto em termos de quantidade
com redução de - 68, 61 mil cabeças de gado quanto queda em termos até de
qualidade desse gado, mesmo assim ainda conseguiu impressionantemente se manter
entre os principais estados produtores.
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3 ESTADOS COM MAIOR
PORCENTAGEM DE ABATE DE BOVINOS DO BRASIL – 1º Trimestre de 2026 1º Lugar – Mato Grosso
(MT): 17, 5 % 2º Lugar – São Paulo
(SP): 11, 6 % 3º Lugar – Goiás (GO):
9, 2 % |
Fonte: IBGE, 2026
Elaborado: Antonio Gustavo
Enquanto
isso, Mato Grosso consolidou-se como o maior produtor de carne bovina do país
registrando, por exemplo, o maior crescimento total no abate de bovinos do Brasil
no 1º trimestre de 2026. O estado ampliou em + 135, 11 mil cabeças o número de
animais abatidos em comparação com o mesmo período de 2025. Esse crescimento corresponde
a uma significativa alta de 8, 1% no volume de bovinos abatidos.
Esse
resultado de Mato Grosso na atividade da pecuária bovina, sem dúvida, está
relacionado a um conjunto de características positivas somados a fatores
evidenciados na realidade. Mais precisamente impulsionado pelo avanço da
abertura de novos mercados assim como pela valorização comercial de sua carne.
O que basicamente significa dizer que o estado Mato-Grossense obteve ganho
tanto em maior volume quanto em maior valor.
No
geral, um aspecto importante que foi muito decisivo na elevação do abate bovino
foi a mudança de perfil da pecuária de corte que passou a apresentar maior índice
de abate de animais jovens, bovinos de até 24 meses de idade e a ampliação de
abate de fêmeas que foi superior ao de machos. Esse encurtamento do ciclo biológico
ocasionou principalmente no aumento de produtividade e até na redução da pegada
de carbono. Promovendo a redução da emissão de metano e colaborando com a
questão da sustentabilidade.
Por essas e outras razões, pode se dizer que a atividade da pecuária bovina
nacional apresentou no 1º trimestre de 2026 não apenas alta no abate de cabeças
bovinas, mas também conseguiu bater importantes recordes. Por isso, certamente
continua seguindo assim em expansão, possuindo perspectivas positivas e sendo
um dos setores mais fortes do agronegócio brasileiro.
TEXTO:
Antonio Gustavo da Silva Maximo. Mais conhecido como Pensador
Brasileiro Antonio Gustavo. É Graduado em Licenciatura e Bacharelado em Geografia
pela UNIFESSPA. Pós-Graduado em Docência e Prática da Geografia pela Faculdade
Focus e Especialista em Neuropsicopedagogia Institucional pela Faculdade Focus.
REFERÊNCIAS:
ANTONIO
GUSTAVO. Pecuária Brasileira: Abate De
Bovinos, Suínos E Frangos Em 2025 Registrou Importantes Altas E Recordes. BLOG:
Fragmentos dos Meus Uni-Versos. BRASIL, 29 Jun. 2026. Disponível em: https://antoniogustavobr.blogspot.com/2026/06/pecuaria-brasileira-abate-de-bovinos.html
Acesso em: 18/07/2026
IBGE. Abate de Bovinos, Suínos e Frangos Crescem no 1º Trimestre de 2026. BRASIL, 19 Maio. 2026. Disponível em: https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-sala-de-imprensa/2013-agencia-de-noticias/releases/46788-abate-de-bovinos-suinos-e-frangos-crescem-no-1-trimestre-de-2026 Acesso em: 18/07/2026



