Me diga o que tu fazes e eu te direi quem tu és
(Antonio Gustavo)
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A missão
espacial Artemis II correspondeu a uma importante missão espacial que foi iniciada
em 01 de abril de 2026 e concluída em 10 de abril de 2026. Conduzida pela NASA (National
Aeronautics and Space Administration) e tripulada por quatro astronautas viajando a bordo da
nave Órion: Christina Koch, Reid Wiseman, Victor Glover e Jeremy.
Tendo sido a nave Órion da missão espacial
Artemis II lançada do Centro Espacial Kennedy, na Florida, em
direção a Lua e retornado a Terra aterrissando no oceano Pacífico, próximo à costa de
San Diego, nos Estados Unidos da América.
Ocorreu
durante 10 dias, marcando a retomada da atividade espacial de forma não apenas bem
sucedida, mas também se destacando ao cumprir com seus objetivos estabelecidos,
inclusive até batendo recorde relacionado a exploração espacial.
Após
praticamente meio século, ou seja, um pouco mais de 50 anos depois do programa
Apollo, em 1972, também conduzida pela NASA, agência espacial dos EUA, o ser
humano voltou ao espaço saindo assim da órbita do planeta Terra em direção a Lua.
A diferença
é que, ao contrário do programa Apollo onde o ser humano, até aonde se sabe,
pousou na Lua. Desta vez com a Artemis II basicamente saiu da Terra, sobrevoando
próximo principalmente de certas partes estratégicas da superfície lunar no
polo sul, região que concentra indícios de possuir alguns recursos essenciais como,
por exemplo, a água e depois retornou a Terra sem pousar na Lua.
Uma
das novidades é que a Artemis II possuiu a bordo da nave Órion a 1ª mulher, astronauta
Christina Koch, chegar próximo da
Lua assim como a partir da Artemis II pela 1ª vez foi possível dos 4 astronautas
conseguir observar o lado considerado oculto da Lua, isto é, a parte que não é
visível da superfície lunar a partir da Terra.
Por
isso, os 4 astronautas (Christina
Koch, Reid Wiseman, Victor Glover e Jeremy) nessa jornada foram
os primeiros humanos a conseguir realizar este importante feito de observar lá
essa parte da Lua. Fizeram também alguns registros fornecendo imagens mais
atualizadas e, de certa forma, mais detalhadas da superfície Lunar e do planeta
Terra.
No
entanto, as contribuições alcançadas durante a jornada da missão espacial da
Artemis II certamente vão além de apenas ter chegado próximo ao satélite natural
da Lua. Tendo em vista que, dentre outras coisas, testaram a capacidade dos
sistemas de suporte a vida, navegação, comunicação e segurança dos equipamentos
nos quais demonstraram eficiência no funcionamento sendo submetidos em um
ambiente considerado de espaço profundo.
Resultando
em um impacto científico positivo. No sentido de que, segundo cientistas e
especialistas do assunto, através desses testes realizados se visa colaborar
com avanços tecnológicos, promover melhorias nos equipamentos e garantir
condições favoráveis para futuras expedições, tais como as missões espaciais:
Artemis III e Artemis IV.
Além
disso, esses 4 astronautas conseguiram obter um outro feito histórico.
Superaram o recorde anterior, em 1972, de 400, 1 mil quilômetros atingidos pela
Apollo. Na medida em que a Artemis II, em 2026, atingiu uma distância de aproximadamente 406, 7
mil km da Terra. O que significa dizer que a missão Artemis II superou o
recorde da Apollo com cerca de mais de 6.600 quilômetros de diferença. Tanto fazendo
história quanto abrindo espaço assim para viabilizar novas explorações
espaciais.
Por essas e outras razões, pode-se dizer que a Artemis II conduzida pela
NASA e tripulada pelos 4 astronautas foi em diferentes aspectos, sem dúvida, algo
muito importante. Porque não apenas cumpriu com sua missão espacial, sendo bem
sucedida do início ao fim dessa extraordinária jornada, mas também conseguiu
feitos históricos, inclusive batendo recorde relacionado a exploração espacial.
TEXTO:
Antonio Gustavo da Silva Maximo. Mais conhecido como Pensador Brasileiro Antonio Gustavo. É Graduado em Licenciatura e Bacharelado em Geografia pela UNIFESSPA. Pós-Graduado em Docência e Prática da Geografia pela Faculdade Focus e Especialista em Neuropsicopedagogia Institucional pela Faculdade Focus.
O
amendoim corresponde a um importante grão nutritivo que é fonte de proteínas,
fibras, vitaminas e minerais. Utilizado de diferentes formas na culinária e na indústria
de alimentos. Vem cada vez mais sendo
reconhecido o amendoim brasileiro pela sua qualidade. Aparecendo como uma
interessante alternativa no agronegócio o seu cultivo e produção.
De acordo com a CONAB (Companhia Nacional
de Abastecimento) a safra brasileira de amendoim obteve recorde histórico no
período de 2024-2025 estimada em 1,18 milhão de toneladas. Uma produção assim
mais do que da metade superior ao período anterior de 2023-2024, tendo em vista
que representa uma alta expressiva de mais de 60%. Segundo a ABEX-BR
(Associação Brasileira de Amendoim) conseguindo o amendoim brasileiro
movimentar um total de mais de R$ 18 bilhões entre 2024 e 2025.
No cenário global o Brasil é bem avaliado no
desenvolvimento dessa atividade agrícola. Aparecendo entre os 10 maiores
produtores mundiais de amendoim. Segundo o IEA (Instituto de Economia Agrícola)
da SAA (Secretaria de Agricultura e Abastecimento) de São Paulo: São Paulo é
constatado se consolidando como o estado que é o maior produtor nacional.
Isso pelo fato do estado tanto possuir 86%
da produção total quanto por ser o maior exportador do país. Revelando dentro
desse estado como principais produtores os seguintes municípios paulistas: Jaboticabal,
Rancharia, Ribeirão Preto, Tupã e Marília.
A alta produtividade no estado de São
Paulo está relacionado a combinação de um conjunto de importantes fatores, tais
como sólida base científica construída com melhoramento genético do amendoim,
fornecendo variedades mais produtivas que apresentam maior resistência a pragas,
maior aproveitamento do solo e maior qualidade. Emprego de tecnologia de ponta
com colheitadeiras mecanizadas e boas práticas agrícolas com sistema de
produção eficiente.
Outros estados no espaço brasileiro que fortalecem
a realização da atividade agrícola desse setor. Por isso, certamente também
podem chamar de importantes produtores de amendoim são: Mato Grosso do Sul,
Minas Gerais, Mato Grosso e Paraná.
Favorecendo condições do Brasil, em 2025,
possuir capacidade de ocupar no mundo o 3º lugar de país mais eficiente em
termos de produtividade de amendoim, evidenciando uma média de 3, 8 toneladas
por hectare (ABEX-BR, 2025). Válido ressaltar que ainda há tendência de
diversificação geográfica com a expansão da produção de amendoim brasileiro
para novas regiões, possibilitando a ampliação de áreas de cultivo.
Em relação à exportação, em 2025, segundo
o Instituto de Economia Agrícola, órgão ligado à Secretaria de Agricultura e
Abastecimento de São Paulo, o Brasil exportou mais de 311 mil toneladas de amendoim
descascado. O que representou o maior volume das últimas décadas com um significativo
aumento de 37% em relação a 2024 quando foram exportados 227 mil toneladas. Conseguindo
exportar o amendoim brasileiro para mais de 85 países ao longo do mundo. Sendo
identificado entre os principais destinos: China, Rússia, Argélia e Países
Baixos.
Além de volume de exportação na questão do
valor de receita, apesar de que nesse ponto com variação menor, apresentou também alta e
recorde no valor absoluto obtido com 367 milhões de dólares, superior ao ano
anterior, em 2024, de US$ 360 milhões.
Por essas e outras razões, pode-se dizer
que em diferentes aspectos o amendoim brasileiro, sem dúvida, vem aparecendo
como uma alternativa interessante no agronegócio assim como vem sendo
reconhecido por sua qualidade. Tendo apresentado, em 2025, não apenas um aumento
de produção, mas também alta na receita e maior exportação, inclusive
registrando importantes recordes.
TEXTO:
Antonio Gustavo da Silva Maximo. Mais conhecido como Pensador Brasileiro Antonio Gustavo. É Graduado em Licenciatura e Bacharelado em Geografia pela UNIFESSPA. Pós-Graduado em Docência e Prática da Geografia pela Faculdade Focus e Especialista em Neuropsicopedagogia Institucional pela Faculdade Focus.
A
produção de café corresponde há bastante tempo a uma das mais importantes
atividades agrícolas existentes que compõe o agronegócio brasileiro. Não é de
hoje que é um dos principais produtos não apenas mais comercializado no espaço
do próprio país, mas também mais exportado para muitos outros países ao longo
do mundo.
Não
é à toa que no cenário global o Brasil se destaca ocupando o 1°lugar como maior
produtor assim como maior exportador de café do mundo. Entre os 5 maiores
produtores mundiais ficando atrás do Brasil países como, por exemplo, Vietnã
(2º lugar); Colômbia (3º lugar); Indonésia (4º lugar) e Etiópia (5º lugar).
No
cenário nacional do período de 2025 podemos dizer que a produção de café
continuou sendo um dos maiores produtos nacionais produzidos, basicamente
registrando uma certa expansão de áreas cultivadas e um aumento significativo
na produção total, inclusive batendo recorde, contudo houve, ao mesmo tempo,
aumento de receita com diminuição no volume de exportação.
Tendo
em vista que em termos de Valor Bruto de Produção Agropecuária, em 2025, o café ficou
em 5º lugar com 114,8 bilhões de reais. Aparecendo apenas atrás da soja (1º
lugar) com 360, 8 bilhões; carne bovina (2º lugar) com 240, 0 bilhões; milho
(3° lugar) com 140, 9 bilhões; e cana de açúcar (4º lugar) com 121, 6 bilhões
(BRASIL, 2025).
Segundo
o 4º levantamento da safra em 2025 do café realizado pela CONAB (Companhia
Nacional de Abastecimento) a produção nacional de café em 2025 foi estimada em
56, 5 milhões de sacas de 60 quilos. Uma alta de 4,3 % se comparado com o
volume obtido no ano anterior de 2024. Esse volume colhido representou a 3ª
maior safra na série histórica da CONAB. Pois, ficou atrás somente dos anos de
2018 e 2020.
Ocorrendo,
em 2025, elevação da produtividade com expansão de área cultivada de café, por
exemplo, aumento total de área plantada de café no país de 2, 26 milhões de
hectares. O equivalente a 20. 330,1 hectares a mais do que em 2024. E recorde
em receita, por exemplo, com alta de 24,1 % em relação a 2024, o que
representou um recorde histórico com o maior até então já registrado desde
1990. Decorrente, em grande parte, da elevação do preço médio do café e de
maior valor agregado ao produto. No entanto, especificamente na questão da
exportação houve segundo CECAFE (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil)
uma queda de 20, 8% em volume exportado quando comparado com o período de 2024
(CONAB, 2025).
Na questão dos maiores produtores nacionais de café, em 2025, a região do sudeste é constatada como a região que é a maior produtora, pois apresenta 3 (Minas Gerais, Espírito Santo e São Paulo) dos 5 estados que se destacam como os que mais produzem café no Brasil. Evidenciando Minas Gerais na liderança ocupando o 1º lugar; Espírito Santo em 2º lugar; São Paulo em 3º lugar; Bahia em 4º lugar; e Rondônia em 5º lugar (CONAB, 2025).
De acordo
com estudos realizados com base na SPA (Secretaria de Política Agrícola) do
MAPA (Ministério da Agricultura e Pecuária) a região brasileira do sudeste, sem
dúvida, aparece ocupando o 1º lugar, concentrando bem mais da metade da
produção total de café do país. Por exemplo, na questão do faturamento
resultante da atividade da cafeicultura brasileira com VBT (Valor Bruto Total) expressivamente
estimado em 87 %. O que equivale a um faturamento de 99, 92 bilhões de reais. A
nível estadual revelando Minas Gerais com 51, 4% do VBP; Espírito Santo com 25,
4% e São Paulo com 9, 4%. Enquanto isso, a região brasileira do nordeste ocupa
o 2º lugar na produção de café do Brasil, porque possui VBT de aproximadamente
6, 8%. O que representa em média 7, 84 bilhões de reais (EMBRAPA, 2025)
Por
essas e outras razões, a produção do café, sem dúvida, foi e continua certamente
sendo em diferentes aspectos uma atividade muito importante que compõe o
agronegócio brasileiro. Tendo assim em 2025 registrado, apesar da queda de
volume de exportação, crescimento de produção e significativa alta de receita,
inclusive batendo recorde histórico.
TEXTO:
Antonio Gustavo da Silva Maximo. Mais conhecido como Pensador Brasileiro Antonio Gustavo. É Graduado em Licenciatura e Bacharelado em Geografia pela UNIFESSPA. Pós-Graduado em Docência e Prática da Geografia pela Faculdade Focus e Especialista em Neuropsicopedagogia Institucional pela Faculdade Focus.
REFERÊNCIAS:
ANTONIO
GUSTAVO. O Agronegócio Brasileiro E
A Sua Importância. BLOG: Fragmentos Dos Meus Uni-Versos. Brasil, 26
Nov. 2021. Disponível em: https://antoniogustavobr.blogspot.com/2021/11/agronegocio-brasileiro-e-sua-importancia.html Acesso
em: 21/03/2026
CONAB.
Acompanhamento Da Safra Brasileira De
Café. Brasília, DF, V.12, N. 4, Quarto Levantamento, Dezembro 2025.
CECAFE. Exportação De Café Do Brasil Cai Em 2025, Mas
Receita É Recorde. Disponível em: https://www.cecafe.com.br/publicacoes/noticias/cecafe-exportacao-cafe-2025-20260119/ Acesso em: 20/03/2026
https://globorural.globo.com/agricultura/cafe/noticia/2025/06/ranking-mostra-os-maiores-produtores-de-cafe-do-mundo-brasil-esta-no-topo-da-lista.ghtml
Acesso em: 21/03/2026
O produção do milho corresponde a uma das
mais importantes atividades existentes no agronegócio brasileiro. O milho ao
lado da soja e do arroz representa mais de 90% da produção nacional de grãos
(IBGE, 2025). Em 2025 a importante atividade agrícola da produção de milho no
Brasil conseguiu não apenas crescer, mas também obter recorde de produção.
Porque antes de encerrar a safra total do
milho no final de ano de 2025, de acordo com dados do IBGE (Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística), no Brasil a produção já havia chegado a aproximadamente 138,4
milhões de toneladas. Um crescimento de 20, 7 % acima do
ano anterior de 2024.
No entanto, esse resultado foi posteriormente
revisado pelo próprio IBGE através de dados mais recentes com relação ao total
de produção nacional do milho, em 2025, revelando que o Brasil conseguiu superar
as expectativas, ultrapassando a cifra de 140 milhões de toneladas com
impressionantes 141,7 milhões de toneladas. Conseguindo
um crescimento assim em média, na verdade, de 23,6% superior em relação a 2024.
O maior volume da série histórica do IBGE (IBGE, 2026).
Segundo USDA (Departamento de Agricultura dos
Estados Unidos) o Brasil assume posição global de um dos maiores produtores e
exportadores de milho no mundo. No que se refere a produção total ficando apenas
atrás dos EUA (1º lugar) e da China (2° lugar). Mas, em termos de exportação o
Brasil desde 2023 conseguiu superar o EUA. Ocupando o 1º lugar na liderança na exportação do milho.
No
cenário nacional o milho é cultivado em todas as regiões brasileiras, mas as
unidades da federação que se constituíram, em 2025, nos maiores produtores de
milho são compostos pelos seguintes estados: Mato Grosso (1º lugar); Paraná (2º
lugar); Goiás (3º lugar); Mato Grosso do Sul (4º lugar); Minas Gerais (5º
lugar) (IBGE, 2025).
Com
destaque para a região brasileira do Centro-Oeste que possui 3 (Mato Grosso,
Goiás e Mato Grosso do Sul) dos 5 maiores produtores de milho do país. Seguindo
na liderança o estado brasileiro de Mato Grosso a partir da produção de 55, 1
milhões de toneladas de milho (IMEA, 2025). Protagonizando um desempenho, sem
dúvida, expressivamente alto.
Grande
parte dessa produção Mato-Grossense pode ser encontrado de forma mais
concentrada em importantes municípios da sub-região do médio-norte do estado,
tais como: Sinop, Sorriso, Lucas do Rio Verde, Nova Mutum (IMEA, 2025). Ainda
que também outros municípios do estado de Mato Grosso colaborem significativamente
na produção desse grão.
O
município de Sorriso-MT, por exemplo, é o maior produtor nacional não apenas de
soja, mas também de milho. Revelando na paisagem observada ao longo de seu
espaço imensas áreas destinadas a produção de soja e milho. Possibilitando o
município possuir até o maior PIB agrícola do país (IBGE, 2025).
Enquanto isso o município de Sinop também localizado
no estado de Mato Grosso se destaca, por exemplo, como uma referência nacional
na produção de etanol de milho. Abrigando a empresa INPASA que é considerada a maior
usina de etanol de milho do mundo. Além do etanol de milho, a unidade produz DDGS (farelo utilizado na alimentação animal); óleo de milho; energia elétrica.
Permitindo um aproveitamento
integral dessa matéria-prima.
O mercado do etanol mostrou que a capacidade
do milho é muito superior ao que há tempos foi esperado. Revelando-se um setor
bastante promissor com o estado de Mato Grosso liderando no Brasil. Tendo em
vista que 10 das 24 biorrefinaria de etanol de milho do país estão presentes
nesse estado.
Além de que a UNEM (União Nacional do Etanol
de Milho) constatou que Mato Grosso encerrou o ano de 2025 possuindo aproximadamente
77% da capacidade instalada para a produção de etanol de milho no Brasil.
Por
esses e outros motivos, o estado de Mato Grosso que já era conhecido como a “terra
do gado” e a “terra da soja” passou a ficar cada vez mais conhecido também como
a “terra do milho”. Em virtude de ser o estado brasileiro que se destaca
apresentando em diferentes aspectos a maior produção nacional de milho.
Tanto
o aumento quanto o recorde assim de produção de milho alcançado no Brasil em
2025 está relacionado combinação de um conjunto de importantes fatores, tais
como: avanços tecnológicos, maior uso de tratores, plantadeiras,
colheitadeiras, otimização das operações agrícolas, adoção de defensivos
agrícolas e emprego de sementes geneticamente melhoradas.
Além disso, o fato de ter ocorrido aumento na exportação; aumento no consumo animal; aumento no consumo doméstico; e, mais recentemente, aumento visando a produção de biocombustível de etanol a base de milho. Ocasionou isso certamente na expansão de sua presença nas regiões brasileiras e na elevação da produtividade nacional.
TEXTO: ANTONIO GUSTAVO
BLOG: antoniogustavobr.blogspot.com
REFERÊNCIA:
ANTONIO GUSTAVO. Importantes Aspectos da Produção de Milho no Brasil. BLOG: Fragmentos dos Meus Uni-Versos. Brasil, 8 Mar. 2026. Disponível em: https://antoniogustavobr.blogspot.com/2026/03/importantes-aspectos-da-producao-de.html Acesso em: 09/03/2026
ANTONIO GUSTAVO. O Agronegócio Brasileiro E A Sua Importância. BLOG: Fragmentos Dos Meus Uni-Versos. Brasil, 26 Nov. 2021. Disponível em: https://antoniogustavobr.blogspot.com/2021/11/agronegocio-brasileiro-e-sua-importancia.html Acesso em: 06/03/2026
FORBES. INPASA Começa A Operar Em Mato Grosso A Maior Usina De Etanol Do Mundo. Forbes AGRO, 8 de Out. 2024. Disponível em: https://forbes.com.br/forbes-agro/2024/10/inpasa-comeca-a-operar-em-mato-grosso-a-maior-usina-de-etanol-do-mundo/ Acesso em: 03/03/2026
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13
IBGE. Indicadores IBGE: Levantamento Sistemático da Produção Agrícola Estatística da Produção Agrícola. Brasil, 14 out. 2025. Disponível em: https://ftp.ibge.gov.br/Producao_Agricola/Levantamento_Sistematico_da_Producao_Agricola_[mensal]/Fasciculo_Indicadores_IBGE/2025/estProdAgri_202509.pdf Acesso em: 02/03/2026
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MUNICIPAL DE SINOP. Sinop Se Consolida Como Referência
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Acesso
em: 03/03/2026