quarta-feira, 29 de abril de 2020

SINGELA PAISAGEM




As nuvens silenciosamente viajam pelo céu
As aves livremente sobrevoam o ar
Não existe limites humanos de torre de babel
Nessa singela paisagem a contemplar.

O mar, às vezes, é azul como lá do céu
E as areias aqui da terra brancas como as das nuvens
O que nunca pode mudar é a alegria no papel
Das cores, dos traços e das formas que introduzem.

Porque o olho do dia, o sol, permite desenhar
Nitidamente melhor os diferentes aspectos
A perder de vista e das horas
Do céu, das aves, das areias e do mar.

Enquanto o olho da noite, a lua, nós convida a decifrar
Perdidamente as cores, os traços e as formas por momentos
Como que não mais a encontrar por fora
Pudéssemos de repente dentro de si próprios reencontrar.

POEMA: ANTONIO GUSTAVO

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