sábado, 6 de setembro de 2025

SOU


As vezes sou como a paz

De um anjo conselheiro 

Outras vezes sou como a furia 

De um indignado justiceiro.


As vezes sou como o espaço 

Que te revela no caminho a direção

Outras vezes sou como o tempo

Que é impossível de existir sem duração. 


As vezes sou como a lua

Brilhando na imensa escuridão

Outras vezes sou como o sol

Iluminado apesar da estação.


As vezes sou como o vento

Soprando suave no ar que te respira 

Outras vezes sou como a tempestade 

Perdendo a maravilhosa calmaria. 


As vezes sou como o início 

Principiante lançando a sua sorte de aprendiz 

Outras vezes sou como o fim

Sabendo bem antes como te fazer ficar feliz. 


As vezes sou como o nada

Parecendo sem forma e conteúdo 

Outras vezes sou como tudo

Pleno no espaço e no tempo.


POEMA: ANTONIO GUSTAVO 

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