O Brasil pela 15ª vez consecutiva é o país
que menos consegue oferecer retorno a população em melhorias na qualidade de
vida pela arrecadação dos impostos. Isso significa dizer que o Brasil é o país
que tem o pior retorno de impostos do mundo.
Conforme revela pesquisa realizada pelo
IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação) a partir de resultados
obtidos na 15ª edição do IRBES (Índice de Retorno de Bem-Estar a Sociedade) que
avalia o volume de tributos arrecadados e o retorno disso em recursos de
serviços públicos e qualidade de vida. Levando em consideração no cenário
global um conjunto de 30 países que possuem a maior carga tributária no mundo.
Nesta pesquisa do IBPT (Instituto
Brasileiro de Planejamento e Tributação) foram utilizados dados com base no ano
de 2024 revelando que a carga tributária brasileira atingiu 32, 32% do Produto
Interno Bruto e IDH de 0, 760, bem abaixo da média de desenvolvimento humano
registrado nos países desenvolvidos. Alcançando no IRBES (Índice de Retorno de
Bem-Estar a Sociedade) pontuação total de apenas 142, 46.
É preocupando ver o Brasil nesta situação
aparecendo muito mal colocado, ocupando o último lugar, na posição 30ª. Entre
os 5 países avaliados no mundo como os piores colocados no ranking de retorno
de impostos em bem-estar. Evidenciando em 26º lugar, Bélgica; em 27º lugar,
Luxemburgo; em 28º lugar, Áustria; em 29º lugar, Itália; em 30º lugar, Brasil.
|
5 PAÍSES AVALIADOS ENTRE OS PIORES
COLOCADOS NO RANKING DE RETORNO DE IMPOSTOS EM BEM-ESTAR 26º lugar – Bélgica 27º lugar – Luxemburgo 28º lugar – Áustria 29º lugar – Itália 30º lugar - Brasil |
Fonte: IBPT, 2026
Elaborado:
Antonio Gustavo, 2026
A situação verificada no caso do
Brasil é de desarmonia entre arrecadação e retorno social. Porque, por um lado,
o Brasil tem uma carga tributária pesada, sendo expressivamente elevada e comparável
à de países desenvolvidos, tais como: França, Alemanha e Reino Unido. No
entanto, por outro lado, o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) que
corresponde a saúde, renda e educação segue em níveis baixos. Por isso, o problema
é muito menos o quanto se arrecada e muito mais para onde é destinado esse
dinheiro que deveria ser retornado à população.
Válido dizer que há uns e outros estados ao
longo do espaço brasileiro como, por exemplo, na região norte o estado do Pará,
muito negativamente aparece influenciando em manter o Brasil assim nesta
situação desfavorável, sendo o país que tem o pior retorno de impostos do
mundo.
Pois, o governo do estado do Pará durante
a gestão política do Helder Barbalho realmente reúne um conjunto de
características bastantes negativas e gravemente relacionadas esse problema,
tais como: má gestão pública, falta de transparência pública, corrupção, falha
no funcionamento e falha na eficiência da máquina pública.
Não é à toa que o Pará é um dos estados
no país onde, sem dúvida, pode ser mais facilmente constatado esse fenômeno
acontecendo, isto é, a falta de retorno de impostos que pudesse garantir
suficientes e eficientes serviços públicos e melhorias na condição de vida da
população. Ocasionando no Pará chegar até ao extremo ponto de vergonhosamente
já ter se transformado no estado com a pior qualidade de vida do Brasil (IPS
BRASIL, 2025; ANTONIO GUSTAVO, 2026)
No
geral o estado brasileiro falha em traduzir esses recursos na disponibilidade
suficiente e eficiente de serviços públicos de qualidade para o cidadão. Isso
significa dizer que o Brasil apresenta um problema histórica com má condução da
gestão pública, falta de transparência pública, corrupção, falha de
funcionamento e eficiência da máquina pública.
Constituindo-se em um problema histórica,
ou seja, ocorre durante muito tempo. Tendo em vista que sobre essa questão não
apenas na edição presente da pesquisa, mas também em todas as edições
anteriores o Brasil manteve-se em último lugar.
Precisando
mesmo avançar muito ainda nesses pontos que foram considerados. Buscando tornar
em larga escala mais competente a gestão política e mais transparente a gestão
pública, por exemplo, evidenciando claramente para onde estão sendo
direcionados os investimentos e gastos os recursos públicos. Além disso, ao
mesmo tempo, elevar a qualidade do funcionamento e da eficiência da máquina
pública. Afinal, a máquina pública ao lado da gestão política durante a gestão
pública está envolvida nessa questão.
Por essas e outras razões, para conseguir
transformar este cenário pior em um cenário melhor no país, certamente que pode
ser necessário a adoção não de ações pontuais, mas sim de ações principalmente
estruturantes, realizando cortes de gastos, promovendo combate à corrupção e
fortalecendo investimentos em áreas essenciais. Visando finalmente passar a oferecer
um retorno real com melhorias na qualidade de vida dos cidadãos brasileiros.
TEXTO:
Antonio Gustavo da Silva Maximo. Mais conhecido como Pensador Brasileiro Antonio Gustavo. É Graduado em Licenciatura e Bacharelado em Geografia pela UNIFESSPA. Pós-Graduado em Docência e Prática da Geografia pela Faculdade Focus e Especialista em Neuropsicopedagogia Institucional pela Faculdade Focus.
REFERÊNCIAS:
ANTONIO GUSTAVO. Pará: Estado Com Pior Qualidade De Vida Do Brasil. 17 Jan. 2026.
RECANTO DAS LETRAS. Disponível em: https://www.recantodasletras.com.br/trabalhos-academicos-de-geografia/8541011 Acesso em: 21/06/2026
CNN
BRASIL. Brasil Tem Pior Retorno À
População Entre Países Com Maior Carga Tributária. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/brasil-tem-pior-retorno-entre-paises-com-maior-carga-tributaria/ Acesso
em: 21/06/2026
IBPT. Brasil Lidera Ranking De Pior Retorno Dos Tributos À População Entre Os Países Com Maior Carga Tributária. Disponível em: https://ibpt.org.br/brasil-lidera-ranking-de-pior-retorno-dos-tributos-a-populacao-entre-os-paises-com-maior-carga-tributaria/ Acesso em: 21/06/2026

Nenhum comentário:
Postar um comentário