segunda-feira, 2 de janeiro de 2023

PAÇO DA LIBERDADE

 


O edifício Paço da Liberdade localizado no Centro de Curitiba, capital do Estado brasileiro do Paraná, em frente a praça Generoso Marques, é um dos patrimônios históricos mais importantes da cidade de Curitiba. Construído no espaço onde antes havia o antigo mercado municipal.

Na época de sua criação foi idealizado pelo Prefeito Cândido de Abreu e foi inaugurado em 24 de fevereiro de 1916 com intuito primordial de se estabelecer como sede municipal da Prefeitura. Acredita-se que a data da inauguração faz simbolicamente alusão a mesma data correspondente a promulgação da primeira constituição republicana do Brasil.

Ficando o mesmo, assim, funcionando como Prefeitura em média durante mais de 50 anos até 1969, além de Câmara de Vereadores durante um pouco menos de 40 anos até 1955. Sendo, então, caracterizado como um espaço político, agrupando as atividades tanto executivas quanto legislativas que atendia as diferentes demandas da cidade. Curiosamente, o Paço da Liberdade abrigou o primeiro elevador da cidade de Curitiba instalado na sua construção.

Após haver a saída da Prefeitura e da Câmara de Vereadores do local, passando a ocorrer algumas breves reformas que quando concluídas praticamente em meados do início da década de 70, implicaram na decisão de transformarem, nesse momento, o edifício em sede do Museu Paranaense que permaneceu funcionando como museu até 2002. 

Atualmente, o edifício já possui seus mais de 100 anos completados em 24 de fevereiro de 2016. Foi restaurado, entre 2007 e 2009, em uma parceria da Fecomércio PR (Federação do Comércio do Paraná) e do IPPUC (Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba). Preservando em sua arquitetura um estilo, de certo modo, eclético com detalhes principalmente neoclássicos e desenhos Art Nouveau. Tornou-se um centro cultural administrado pelo sistema SESC PR (Serviço Social do Comércio do Paraná). Constituindo-se, ao longo do tempo, como o único patrimônio da cidade de Curitiba tombado nas três esferas de proteção histórica: municipal, estadual e nacional.

Isso basicamente significa dizer que não só é uma unidade de patrimônio municipal tombado através do Serviço do Patrimônio Histórico do Município de Curitiba, mas também é uma unidade de patrimônio estadual tombado pela Secretaria de Estado da Cultura do Governo do Paraná e é uma unidade de patrimônio nacional tombado pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional). Dessa forma, certamente demonstrando o reconhecimento da sua relevância, destacando-se na paisagem urbana como um patrimônio de valor histórico, cultural e arquitetônico.

Dispondo o edifício, dentre outras coisas, de biblioteca, sala de exposições, algumas apresentações artísticas e laboratório de artes digitais com acesso livre e gratuito durante o seu período de funcionamento aos visitantes e turistas que estejam interessados em conhecer melhor pessoalmente esse que é obviamente um dos mais importantes cartões postais da cidade de Curitiba.

TEXTO: Antonio Gustavo 

sexta-feira, 2 de dezembro de 2022

O IDEAL

O ideal de viver em um mundo melhor tem que começar em mim pelo ideal de buscar ser uma pessoa melhor. 

(Antonio Gustavo) 

quinta-feira, 1 de dezembro de 2022

CRENÇAS LIMITANTES

Conviver com ideias ou pessoas de crenças limitantes é algo que apequena nosso universo de possibilidades. 

(Antonio Gustavo) 

quinta-feira, 17 de novembro de 2022

AÇÕES

Só as ações que são efetivamente capazes de dá sentido às nossas palavras.

(Antonio Gustavo)

quinta-feira, 3 de novembro de 2022

ILUMINAR

 


Aquele que se dispõe a iluminar outras vidas, acaba por manter iluminada a sua própria vida.

(Antonio Gustavo)

sábado, 1 de outubro de 2022

SOM DO SILÊNCIO


A mais bela melodia de um momento, às vezes, reside no som do silêncio que não fazemos.

(Antonio Gustavo)

segunda-feira, 12 de setembro de 2022

AMADURECER

Mesmo que amadurecer esteja fora de moda. Não devemos esquecer que amadurecer faz parte da vida.

(Antonio Gustavo)

PALAVRA

Muito vale a palavra de quem fala em busca de esclarecimento; pouco vale a palavra de quem fala em busca de engajamento. (Antonio Gustavo)