sábado, 3 de agosto de 2024

PESSOAS

O que mais existe são pessoas querendo se promover divulgando os defeitos dos outros e não as suas próprias qualidades.

(Antonio Gustavo)

quinta-feira, 1 de agosto de 2024

BRASIL AO AVESSO

Brasil e seu jogo sujo de cartas marcadas

Trata as pessoas que nem fossem mercadorias

Por aqui não faltam traidores da pátria amada

Prejudicando a vida; ultrajando a justiça.


Transformam o que dar orgulho em vergonha nacional

Trocam como quem troca de roupa o bem pelo mal

Nunca assumem seus erros apenas transferem para os outros

Fazendo até sábios pegarem fama de loucos.


Onde quem está errado pode corrigir quem está certo

Mas, quem está certo não pode corrigir quem está errado

Espalham mentiras como se fossem verdades

Vivendo pelo avesso da honestidade.


Planejam o pão e o circo para nos humilhar

Querendo ver não apenas mendigar, mas também palhaços virar

Governam para si próprios e ainda há muitos a seguir

Cegos guiando outros cegos assim a prosseguir. 


POEMA: ANTONIO GUSTAVO

quarta-feira, 31 de julho de 2024

SAUDADE E LEMBRANÇA

A saudade acontece na ausência da presença e a lembrança na presença da ausência.

(Antonio Gustavo)

sábado, 20 de julho de 2024

CIDADE ENCANTADA (MARABÁ)


Cidade que não é perfeita, mas é encantada

Até o seu rio em praia consegue transformar

A paisagem mais doce que os olhos beija

Na orla o pôr do sol tropical de se apaixonar.


Em cada rua, praça, esquina ou avenida

Que se vá o que se deseja é ficar

Povo hospitaleiro, forte e trabalhador que brilha

Filhos de Marabá ou vindos de outro lugar.


É a capital de Carajás, terra da agropecuária e da castanha

E ainda há mais o que de bom descobrir e se maravilhar

Possuindo riquezas não apenas da natureza, mas também humana

Sendo a beleza algo tão comum de encontrar aonde passar.


Cidade que já é centenária do sudeste do Pará

Quem entrou quer ficar e quem saiu quer voltar

Todo mundo quer fazer parte da sua memória 

Porque do Brasil assim muito orgulho nos dar.


POEMA: ANTONIO GUSTAVO

OBS.: POEMA DEDICADO EM HOMENAGEM A CIDADE DE MARABÁ

CORPO

O meu corpo não é vendível

Não pode jamais ser leiloado

Porque isso é algo injustificável

Não apoio o mercado clandestino.


Seu corpo é seu; meu corpo é meu

Assim foi, assim é e assim terá que ser

Eu tenho o meu; você teu o seu

Nenhum interesse perverso pode prevalecer.


Vida é corpo; corpo é vida

Lugar onde mora a alma iluminada

Que vibra a dor da tristeza e o prazer da alegria

Do sentimento em movimento que nos abraça.


Corpo nenhum pode ser violado

Simplesmente vem da terra e volta para a terra

Mesmo que a alma vá para o céu ou para o inferno

A única certeza é que um dia toda vida acaba.


POEMA: ANTONIO GUSTAVO

sábado, 6 de julho de 2024

O AMOR QUE SINTO POR TI



O amor que sinto por ti...

É maior do que o universo

E mais veloz do que a luz a refletir 

A beleza iluminada de cada verso.


O amor que sinto por ti...

É algo não apenas terno, mas também eterno

O sentimento que me faz mais feliz

O calor do verão superando o frio do inverno.


O amor que sinto por ti...

Tem carinho, encanto e conexão

O motivo que me faz prosseguir

Acreditando que há razão nas coisas do coração.


O amor que sinto por ti...

Me transporta para outra dimensão

Onde a vida com mais vigor flui

Colocando nosso caminho na mesma direção.


O amor que sinto por ti...

Tem inicio e meio, mas não tem fim 

O que sem explicação logo aprendi

Que existe fora e dentro de mim.


O amor que sinto por ti...

Tem de resposta sempre o meu sim

Jamais de você desiste

Porque é infinito bem assim. 


POEMA: ANTONIO GUSTAVO

sábado, 29 de junho de 2024

CIDADE SEM GRAÇA (CAPANEMA DO PARÁ)




Cidade sem graça...

Me sinto como um peixe fora da água

Cidade sem graça...

Me sinto como um passarinho sem asa.


Cidade sem graça...

A alegria sempre termina; a tristeza nunca acaba

Cidade sem graça...

É tão vazia que parece uma cidade fantasma.


Cidade sem graça...

Habitada pela humanidade sem humanidade

Cidade sem graça...

Aqui ou lá, aonde quer que vá, há falsidade.


Cidade sem graça...

Feita de muito ódio covarde e hipocrisia de coragem

Cidade sem graça...

Na sua paisagem não há oásis; há apenas miragem.


Cidade sem graça...

Feito caverna de Platão de sombras e de trevas

Cidade sem graça...

As suas ruas anunciam misérias embelezadas.


Cidade sem graça...

A maldade diariamente conta vantagem e canta vitória

Cidade sem graça...

Um pesadelo terrível assombrando a minha memória.


POEMA: ANTONIO GUSTAVO

PALAVRA

Muito vale a palavra de quem fala em busca de esclarecimento; pouco vale a palavra de quem fala em busca de engajamento. (Antonio Gustavo)