O que mais existe são pessoas querendo se promover divulgando os defeitos dos outros e não as suas próprias qualidades.
(Antonio Gustavo)
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O que mais existe são pessoas querendo se promover divulgando os defeitos dos outros e não as suas próprias qualidades.
(Antonio Gustavo)
Brasil e seu jogo sujo de cartas marcadas
Trata as pessoas que nem fossem mercadorias
Por aqui não faltam traidores da pátria amada
Prejudicando a vida; ultrajando a justiça.
Transformam o que dar orgulho em vergonha nacional
Trocam como quem troca de roupa o bem pelo mal
Nunca assumem seus erros apenas transferem para os outros
Fazendo até sábios pegarem fama de loucos.
Onde quem está errado pode corrigir quem está certo
Mas, quem está certo não pode corrigir quem está errado
Espalham mentiras como se fossem verdades
Vivendo pelo avesso da honestidade.
Planejam o pão e o circo para nos humilhar
Querendo ver não apenas mendigar, mas também palhaços virar
Governam para si próprios e ainda há muitos a seguir
Cegos guiando outros cegos assim a prosseguir.
POEMA: ANTONIO GUSTAVO
Cidade que não é perfeita, mas é encantada
Até o seu rio em praia consegue transformar
A paisagem mais doce que os olhos beija
Na orla o pôr do sol tropical de se apaixonar.
Em cada rua, praça, esquina ou avenida
Que se vá o que se deseja é ficar
Povo hospitaleiro, forte e trabalhador que brilha
Filhos de Marabá ou vindos de outro lugar.
É a capital de Carajás, terra da agropecuária e da castanha
E ainda há mais o que de bom descobrir e se maravilhar
Possuindo riquezas não apenas da natureza, mas também humana
Sendo a beleza algo tão comum de encontrar aonde passar.
Cidade que já é centenária do sudeste do Pará
Quem entrou quer ficar e quem saiu quer voltar
Todo mundo quer fazer parte da sua memória
Porque do Brasil assim muito orgulho nos dar.
POEMA: ANTONIO GUSTAVO
OBS.: POEMA DEDICADO EM HOMENAGEM A CIDADE DE MARABÁ
O meu corpo não é vendível
Não pode jamais ser leiloado
Porque isso é algo injustificável
Não apoio o mercado clandestino.
Seu corpo é seu; meu corpo é meu
Assim foi, assim é e assim terá que ser
Eu tenho o meu; você teu o seu
Nenhum interesse perverso pode prevalecer.
Vida é corpo; corpo é vida
Lugar onde mora a alma iluminada
Que vibra a dor da tristeza e o prazer da alegria
Do sentimento em movimento que nos abraça.
Corpo nenhum pode ser violado
Simplesmente vem da terra e volta para a terra
Mesmo que a alma vá para o céu ou para o inferno
A única certeza é que um dia toda vida acaba.
POEMA: ANTONIO GUSTAVO
O amor que sinto por ti...
É maior do que o universo
E mais veloz do que a luz a refletir
A beleza iluminada de cada verso.
O amor que sinto por ti...
É algo não apenas terno, mas também eterno
O sentimento que me faz mais feliz
O calor do verão superando o frio do inverno.
O amor que sinto por ti...
Tem carinho, encanto e conexão
O motivo que me faz prosseguir
Acreditando que há razão nas coisas do coração.
O amor que sinto por ti...
Me transporta para outra dimensão
Onde a vida com mais vigor flui
Colocando nosso caminho na mesma direção.
O amor que sinto por ti...
Tem inicio e meio, mas não tem fim
O que sem explicação logo aprendi
Que existe fora e dentro de mim.
O amor que sinto por ti...
Tem de resposta sempre o meu sim
Jamais de você desiste
Porque é infinito bem assim.
POEMA: ANTONIO GUSTAVO
Cidade sem graça...
Me sinto como um peixe fora da água
Cidade sem graça...
Me sinto como um passarinho sem asa.
Cidade sem graça...
A alegria sempre termina; a tristeza nunca acaba
Cidade sem graça...
É tão vazia que parece uma cidade fantasma.
Cidade sem graça...
Habitada pela humanidade sem humanidade
Cidade sem graça...
Aqui ou lá, aonde quer que vá, há falsidade.
Cidade sem graça...
Feita de muito ódio covarde e hipocrisia de coragem
Cidade sem graça...
Na sua paisagem não há oásis; há apenas miragem.
Cidade sem graça...
Feito caverna de Platão de sombras e de trevas
Cidade sem graça...
As suas ruas anunciam misérias embelezadas.
Cidade sem graça...
A maldade diariamente conta vantagem e canta vitória
Cidade sem graça...
Um pesadelo terrível assombrando a minha memória.
POEMA: ANTONIO GUSTAVO
Muito vale a palavra de quem fala em busca de esclarecimento; pouco vale a palavra de quem fala em busca de engajamento. (Antonio Gustavo)