Falar de problemas não é um problema quando você fala com as pessoas certas, mas falar de problemas é um problema quando você fala com as pessoas erradas.
(Antonio Gustavo)
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Falar de problemas não é um problema quando você fala com as pessoas certas, mas falar de problemas é um problema quando você fala com as pessoas erradas.
(Antonio Gustavo)
Quando foca apenas no problema você pode tornar o que é possível em impossível, mas quando foca na solução você pode tornar até o que é impossível em possível.
(Antonio Gustavo)
Você alcança um patamar superior de consciência quando perde o hábito de pensar e falar sobre problemas e passa a pensar e falar sobre soluções.
(Antonio Gustavo)
Ao abordar a respeito do
aumento da evasão escolar no Brasil que basicamente caracteriza-se pelo
abandono escolar, ou seja, o educando deixando de frequentar o espaço da escola.
É importante levar em consideração alguns aspectos que são pertinentes para toda
a sociedade. Fatores como a falta de interesse e problemas financeiros devem
ser analisados.
Na medida em que
percebe-se que tanto na dimensão social a falta de interesse quanto na dimensão
econômica os problemas financeiros dos educandos correspondem, em grande parte,
aos principais fatores provocadores do fenômeno da evasão escolar no Brasil. De
acordo, dentre outros estudos, com o que diz pesquisa realizada pela FGV
(Fundação Getúlio Vargas).
Pois, a falta de
interesse, por um lado, acontece quando geralmente o educando procede a começar
faltando esporadicamente e, posteriormente, acaba faltando definitivamente,
inclusive ocorrendo em casos até com educandos que simplesmente se sentem
desmotivados, tendo em vista que não tem, por exemplo, necessidade de trabalhar
para auxiliar nas suas próprias despesas econômicas ou contribuir para
complementar a renda familiar.
Importante frisar aspectos envolvendo o modelo
de ensino aplicado que, muitas vezes, é defasado e descontextualizado, normalmente
não relacionando elementos do seu conteúdo escolar a realidade dos alunos, não
levando em consideração no processo de ensino e aprendizagem os conhecimentos
prévios dos alunos, além de não estimularem os alunos a participarem e
interagirem durante a realização das aulas. Criando assim pouco ou quase nenhum
sentido de vida e permanecendo, indesejavelmente, desinteressante.
Sendo essencial diante
desse contexto que as escolas através de um conjunto de esforços articulados,
dialógicos e participativos da comunidade escolar busquem proporcionar a melhoria
do ensino, estimulando a motivação dos alunos não somente para permanecerem com
os estudos, mas também comprometerem-se a demonstrar ao longo do tempo evolução
no desempenho escolar.
Além disso, incentivando,
por exemplo, a formação continuada de professores. Visto como uma alternativa
que, sem dúvida, é relevante para impulsionar conseguir, a medida do possível,
acompanhar as novas tendências da educação assim como desenvolver de maneira
permanente e constante o aprimoramento da prática docente. Resultando como
reflexo disso em contribuir para um ensino de qualidade e a aprendizagem dos
alunos.
Problemas financeiros,
por outro lado, fomenta o aumento da evasão escolar, sobretudo pela questão da
desigualdade social, isto é, o predomínio de uma realidade social na qual
alguns têm condições materiais favoráveis de se manter na escola, enquanto que
outros estão amplamente submetidos a condições desfavoráveis. Tendo que chegar
ao extremo ponto de em algum determinado momento recorrer a opção de
abandonarem o espaço escolar em função de passarem a trabalhar para ajudar a
suprir as suas necessidades básicas pessoais ou de seus familiares.
O problema é que a fim
de garantir, assim, o seu sustento imediato, ocorre de prejudicarem a sua
qualificação profissional, uma vez que obviamente demandaria o investimento de
mais tempo dedicado a formação nos estudos que foram interrompidos pela evasão
escolar. Frequentemente tal acontecimento, muitas vezes, conduzem pela vida a perpetuarem
um ciclo de subemprego com baixos salários ou de miséria com poucas
oportunidades.
Reverter esse cenário socioeconômico
negativo estabelecido para algo, na realidade, mais positivo. Certamente
consiste, de certo modo, na garantia de um dos direitos previstos na lei N°
8.069 de 1990 do ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) numa parte relativa
ao artigo 53 que assegura que deve existir “igualdade de condições para o
acesso e permanência na escola”. Isso é fundamental porque, antes de tudo,
lembra que a educação conforme consta no artigo 205 da Constituição Federal de
1988 é “direito de todos”.
Portanto, é necessário, dentre outros fatores, além de buscar promover significativas mudanças no que diz respeito ao modelo de ensino defasado e descontextualizado vigente para combater o desinteresse dos educandos também estimular políticas públicas que combatam à desigualdade social que evidencia problemas financeiros dos educandos, possibilitando consequentemente a redução do fenômeno da evasão escolar no Brasil.
TEXTO: Antonio Gustavo
O edifício Paço da Liberdade localizado no Centro de Curitiba,
capital do Estado brasileiro do Paraná, em frente a praça Generoso Marques, é
um dos patrimônios históricos mais importantes da cidade de Curitiba. Construído no espaço onde antes havia o antigo mercado municipal.
Na época de sua criação foi idealizado pelo Prefeito Cândido
de Abreu e foi inaugurado em 24 de fevereiro de 1916 com intuito primordial de
se estabelecer como sede municipal da Prefeitura. Acredita-se que a data da
inauguração faz simbolicamente alusão a mesma data correspondente a promulgação
da primeira constituição republicana do Brasil.
Ficando o mesmo, assim, funcionando
como Prefeitura em média durante mais de 50 anos até 1969, além de Câmara de
Vereadores durante um pouco menos de 40 anos até 1955. Sendo, então,
caracterizado como um espaço político, agrupando as atividades tanto executivas
quanto legislativas que atendia as diferentes demandas da cidade. Curiosamente,
o Paço da Liberdade abrigou o primeiro elevador da cidade de Curitiba instalado
na sua construção.
Após haver a saída da Prefeitura e da Câmara de
Vereadores do local, passando a ocorrer algumas breves reformas que quando
concluídas praticamente em meados do início da década de 70, implicaram na
decisão de transformarem, nesse momento, o edifício em sede do Museu Paranaense
que permaneceu funcionando como museu até 2002.
Atualmente, o edifício já possui seus mais de
100 anos completados em 24 de fevereiro de 2016. Foi restaurado, entre 2007 e 2009, em uma parceria da Fecomércio PR (Federação
do Comércio do Paraná) e do IPPUC (Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano
de Curitiba). Preservando em
sua arquitetura um estilo, de certo modo, eclético com detalhes principalmente
neoclássicos e desenhos Art Nouveau. Tornou-se um centro cultural administrado
pelo sistema SESC PR (Serviço Social do Comércio do Paraná). Constituindo-se, ao longo do tempo,
como o único patrimônio da cidade de Curitiba tombado nas três esferas de
proteção histórica: municipal, estadual e nacional.
Isso basicamente significa
dizer que não só é uma unidade de patrimônio municipal tombado através do Serviço do Patrimônio Histórico do Município de
Curitiba, mas também
é uma unidade de patrimônio estadual tombado pela Secretaria de Estado da
Cultura do Governo do Paraná e é uma unidade de patrimônio nacional tombado
pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional). Dessa
forma, certamente demonstrando o reconhecimento da sua relevância, destacando-se
na paisagem urbana como um patrimônio de valor histórico, cultural e
arquitetônico.
Dispondo o edifício, dentre outras coisas, de biblioteca, sala de exposições, algumas apresentações artísticas e laboratório de artes digitais com acesso livre e gratuito durante o seu período de funcionamento aos visitantes e turistas que estejam interessados em conhecer melhor pessoalmente esse que é obviamente um dos mais importantes cartões postais da cidade de Curitiba.
TEXTO: Antonio Gustavo
Muito vale a palavra de quem fala em busca de esclarecimento; pouco vale a palavra de quem fala em busca de engajamento. (Antonio Gustavo)